Liliana Viana

Archive for the ‘Artigos e Reflexões’ Category

  • Eu posso preparar 5 miojos, ou uma refeição simples e até “bater” um bolo e colocar pra assar, alimentando meu corpo.
  • Posso pular de paraquedas em queda livre, aumentando minha adrenalina provocando as emoções da minha alma.
  • Posso fazer um artesanato simples, desenvolvendo talento, paciência e trazendo paz ao coração.
  • Posso fazer uma série de exercícios, vencer o sedentarismo, perdendo peso e ganhando qualidade de vida.
  • Posso ouvir algumas músicas e dançar de alegria.
  • Também posso fazer uma declaração de amor com muito diálogo e afeto, gerando começos, recomeços, vida.

Muitas outras coisas eu e você podemos fazer em 1/4 de hora.

Principalmente podemos adentrar no santíssimo lugar, na presença do Augusto Deus. Ali, pular em queda livre em seus braços, dialogar com a mais simples e verdadeira declaração de amor, alimentar o espírito, fortalecer a alma, vencer o sedentarismo espiritual, dançar de alegria em sua presença e sentir que o nosso espírito humano, em paz, sem pressa, pacientemente, adora o Pai em espírito e em verdade.

Em seus braços, 15 MINUTOS, de cura, amor, perdão e vida.
Somente Ele e Eu.

(Liliana Viana, 13 de setembro de 2018)

OBSERVAÇÃO: AUGUSTO vem do latim e significa: o venerado, o sublime, o máximo, majestoso, solene.

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Eu queria ser poeta e compor a mais bela das poesias.

Queria como Drumond perceber as pedras NO MEIO DO CAMINHO,

Contudo, ver-te amigo a segurar-me pelas mãos e juntos transpô-las uma a uma, faz renascer em mim a esperança quase perdida e dessas pedras erguer um altar de adoração, e da dor arrancar uma doce canção.

Como Cecília, a Meireles que encontrou MOTIVO para cantar não pelos momentos de alegria ou tristeza, e mesmo atravessando noites e dias no vento se deixa levar pelo sangue eterno da canção e assim poder nas asas do canto viajar.

Amigos, ouço suas vozes que soam como música suave, a acalentar minh’alma e trazer refrigério nas notas de uma perfeita canção.

Queria ser poeta Talvez como Mirtes Mathias, a suave irmã, que sabia como ninguém te levar ao calvário e olhar nos olhos do Salvador e sentir a vergonha, talvez vivida pelo assassino cruel, e poder Assim como Barrabás Cantar: Porque me olha assim com tal doçura? Dessem-me a cruz, a forca e a tortura, mas nunca a força e o amor daquele olhar.

É esse olhar de misericórdia do Salvador que vejo em seus olhos, a cada vez que você vem em meu socorro nas horas difíceis da vida.

É esse olhar de amor que nos faz entender a obra completa da cruz.

Ah, eu queria ser poeta e compor a mais bela das poesias.

Não para gerar reconhecimento, encantamento e êxtase nos corações.

Mas para expressar de forma poética a minha eterna e completa gratidão.

Gratidão ao Deus do Caminho que me faz transpor as pedras, que coloca uma canção nova na minha boca e coração, e me leva do calvário ao sepulcro aberto da ressurreição.

A morte não pode vencê-lO.

Da morte para a vida. Vida que renasce em minh’alma, através do seu olhar amigo, do abraço quente e demorado, ou até mesmo num simples aperto de mão.

Obrigada Amigo! Obrigada por ser Cristo em minha vida, meu irmão!

(ASSISTA TAMBÉM EM VÍDEO)

 

O meu professor de violão, para quem não sabe que eu tive um, há anos tentou com carinho me ensinar alguns acordes. Infelizmente eu não fui persistente e não aprendi nada. Bem que ele insistiu, mas aquele não era o meu compasso.

Todavia, sempre existiu harmonia entre a aluna e o mestre. Nossos corações sempre soaram acordes com simultaneidade. Desde a infância, particularidades de nós dois, segredos guardados com chave que poucos têm para destrancar, e que ainda arrancam gargalhadas nas conversas recheadas de doces lembranças entre nós.

Com ele soltei pipa, andei de carrinho de rolimã e jogamos partidas de futebol e pique bandeira na rua. Ele também foi o motorista do ônibus que nos transportava com nossas bonecas, o que fazia o arroz com batatas no fogão feito de tijolos no quintal e o sapateiro que fez de borracha de pneus pequenos chinelinhos para minha bonequinha. Quanta saudade!

Meu querido professor de violão é um homem integro que nunca vi ofender, desrespeitar ou desonrar alguém.

Não fui capaz de aprender os acordes, mas aprendemos juntos sobre amor, cumplicidade, respeito, união e vida. Crescemos juntos e aprendemos a amar, servir e adorar o Deus único e verdadeiro. Ele se tornou um adorador por excelência.

Meus dedos não foram capazes de aprender, mas meu coração junto ao dele, entoam acordes de um amor que em Cristo ecoará por toda a eternidade.

Meu querido professor, que toca a minha alma e me ajuda na caminhada, agora pare um pouco de tocar seu violão e ouça meu coração dizer em forma de canção: irmão Luiz Viana, EU TE AMO de montão!

Quando cheguei ela já estava com 5 anos. Uma diferença pequena quando somos adultos. Mas, na infância e adolescência é suficiente para gerar barreiras.

Quão difícil foi para uma menininha com aproximadamente 6 aninhos segurar em seu colo uma bebê gorda. A saída, muita esperta, era beliscar minhas rechonchudas  pernas. Com o choro vinha o socorro da mamãe e o alívio para a pequena primogênita.

O tempo passou e nossos passos ainda descompassados estavam. Eu ainda criança, ela uma adolescente, pouco brincamos de boneca, mas ela se tornou a estilista da minha boneca. Minha bonequinha com cara de louça só andava na moda, roupas lindas feitas de pequenos retalhos que sobravam das costuras de mamãe.  Ainda tenho algumas peças na minha gaveta, outras em minha memória.

Mais como o tempo passa, a juventude para ela chegou, e no pacote as paixões,  desilusões,  os choros foram inevitáveis, como na vida de qualquer moça de 18 anos. Gostaria de voltar no tempo, poder abraça-la e dizer: to aqui irmã.  Todavia, a imaturidade de uma menina de 13 só me deram condições de sofrer calada, sem dizer uma única palavra ou demonstrar meu afeto.

Mas, como o tempo passa,  um dia eu amadureci e os anos que nos separavam não mais fazem uma muralha entre nós.

O Amor que nos une, no sangue herdado dos pais, no sangue herdado por Cristo,  nos faz companheiras para as horas de dor e de alegria. Nos faz herdeiras de uma eternidade inseparáveis, de olho no olho, de afeto incondicional, de cumplicidade na fé que nos leva ao Trono da Graça de Deus que une e que aproxima irmãos.

Te Amo Primogênita Ceia!

A cruz era símbolo de vergonha. No entanto, Cristo, o Deus encarnado, não levou em consideração que Ele é Deus, e se fez vergonha por nós.

O Senhor nos convida em Mateus 16.24 a renunciarmos a nós mesmos, a tomarmos a nossa cruz e a segui-lO. Só posso segui-lO, se renunciar o meu eu.

Sabe aquelas placas em estabelecimentos comerciais:
SOB NOVA DIREÇÃO?

A ideia é justamente essa. Eu não mais comando. Existe outro Diretor no controle de tudo. Não mais a minha vontade. Esse novo Diretor, Dono, Senhor, compartilha comigo sua vida.

Como disse acima, a cruz simboliza vergonha, dor.
Eu sou partipante da vida de Cristo, das suas dores e sofrimentos. Assim, me disponho a sofrer dores, humilhações,  sofrimentos, vergonha, rejeição,  cansaços. E vou seguindo-O. É Ele quem vai. E eu vou atrás.

* Como posso viver o perdão,  dar a outra face se não for esbofeteado, se não for rejeitado?
* Como posso passar para o Alimento sólido,  se os dentes não nascerem rompendo minhas gengivas e causando dor?
* Como posso ser manso e paciente, se não me injuriarem e provocarem?
* Como posso ser humilde, se a soberba não bater em minha porta na tentativa de invadir a minha alma, me desafiando a viver a Palavra?
* Como posso ser moldado conforme Cristo, se eu não for até o Oleiro e permitir que Ele me quebre e faça novo vaso?

Algumas outras placas vêm a minha mente agora:
EM TREINAMENTO
TINTA FRESCA
FRÁGIL

Isso nos remete a pensarmos em DEPENDÊNCIA.

E é na dependência de Deus que prosseguimos até nos parecermos com Jesus.

(Liliana Viana, 22/12/17)

  • IMAGEM FREEPIK

Geralmente não paramos para refletir sobre O QUE ESTAMOS SEMEANDO DENTRO DOS NOSSOS LARES?

  • Amor ou ódio?
  • Atenção ou desprezo?
  • Compreensão ou indiferença?
  • Paciência ou intolerância?
  • Diálogo ou Silêncio?
  • Alegria ou tristeza?
  • Paz ou guerra?

Essas sementes vão germinar, vão ser alimentadas pela constância das nossas atitudes e vão se tornam árvores fortes e frondosas.

O lar onde não é semeado paz, paciência, atenção,  diálogo, alegria,  compreensão e amor, será uma floresta obscura,  assombrada pela destruição, pelas amarguras, rancores e toda espécie de males emocionais, espirituais e sociais que a vida trás.

Portanto, escolha bem as sementes.  Pense nos frutos que você quer colher.

E um último conselho. Convide Deus para ser o agricultor.
A colheita será boa

(Liliana Viana – 22/12/17)

Imagem Freepik


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POR CAUSA DA FLOR. Essa é uma simples estória de uma lama, que morou perto de uma flor e adquiriu o seu perfume. Que sejamos contagiados pelo aroma de Cristo. DEle somos o Bom Perfume.
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REFLEXÃO

Quando nos deparamos com a escolha de caminhos, a questão não é: Isto é bom ou mau? É útil ou nocivo? Não; a pergunta deve ser: ‘Isto é do mundo ou de Deus?’ Uma vez que só há este conflito no universo.

(Watchman Nee)

A BÍBLIA EM AUDIO

A Palavra de Deus para aqueles que não podem ler ou enxergar, e para os que desejam ouví-la no carro ou em momentos de comunhão a sós ou em família. Narrada pelo Pastor Paulo Castelan, editada em 2001, com texto ACF da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil. (Clique na Imagem)

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